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TSE discute uso de Inteligência Artificial no âmbito do Poder Judiciário
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TSE discute uso de Inteligência Artificial no âmbito do Poder Judiciário

Abertura do Fórum de Inteligência Artificial na Administração Pública

Debates ocorrem durante fórum realizado nesta sexta-feira (3)

Devemos acreditar que robôs vão eliminar empregos e substituir pessoas? Esse foi um dos questionamentos debatidos durante o Fórum de Inteligência Artificial, realizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta sexta-feira (3). Um dos participantes convidados, Alexandre Zavaglia detalhou a diferença entre a tarefa desempenhada pelo ser humano e aquela desempenhada pelo robô para que as pessoas “parem de sofrer”.

Segundo ele, os robôs são utilizados para agilizar o trabalho realizado pelas pessoas, tornando mais eficaz e rápido algo que levaria muito mais tempo para ser realizado.

“A tecnologia não vai substituir ninguém. Nada funciona sem as pessoas porque robôs não pensam”, disse ele, ao dar vários exemplos de como é possível se beneficiar da ciência de dados, e enfatizar que “o robô não vai dar a decisão pelo juiz”.

No caso de processos judiciais, por exemplo, é possível fazer levantamentos por temas, análises e cruzamento de dados utilizando as ferramentas tecnológicas. Na Justiça Eleitoral, a ciência de dados é utilizada para análise das prestações de contas, das doações de campanhas e para cruzamento de dados com outros órgãos, como a Receita Federal. Zavaglia lembrou que, em 2014, com o uso de robôs, a Justiça Eleitoral conseguiu identificar 200 mil casos de possíveis fraudes em doações no primeiro turno das eleições. Na ocasião, foram identificadas cerca de 200 pessoas que apareciam como doadoras, mas estavam no cadastro de falecidos. “Ou seja, indício claro de fraude a ser investigado”, afirmou.

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